A Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) realizará até o dia 29 de agosto, o mutirão “Meu Pai Tem Nome” para reconhecimento de paternidade ou maternidade, seja biológica ou socioafetiva. A iniciativa, lançada pelo Conselho Nacional das Defensoras e Defensores Públicos-Gerais (Condege), busca assegurar o direito fundamental de crianças e adolescentes conhecerem sua origem familiar, fortalecendo vínculos e incentivando a parentalidade responsável.
Em Manaus, o agendamento pode ser feito pelo WhatsApp (92) 98559-1599. No interior do estado, os interessados devem procurar presencialmente os polos da DPE-AM, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. Além da capital, 17 municípios serão contemplados, incluindo Parintins, Itacoatiara, Tabatinga e São Gabriel da Cachoeira. Haverá também uma etapa virtual nos dias 12 e 13 de agosto, voltada a casos em que não seja possível a presença física no dia do mutirão.
Segundo a coordenadora da ação, defensora pública Sarah Lobo, a proposta vai além do reconhecimento legal. “O principal objetivo é o reconhecimento da paternidade biológica e socioafetiva, mas também acolhemos pessoas que precisam ajuizar outras ações na área de família. É um incentivo à parentalidade responsável e ao acesso integral à Justiça”, afirmou. A meta é realizar 500 atendimentos gratuitos durante todo o período.
Em Manaus, o Dia D será em 16 de agosto, das 8h às 17h, na sede da Defensoria Pública, na Avenida André Araújo, bairro Aleixo, Zona Centro-Sul. Já no interior e na Região Metropolitana, as datas variam: Autazes (12/08), Rio Preto da Eva (13/08), Lábrea, Manicoré e Careiro da Várzea (14/08), e a maioria dos polos no dia 15/08. Em Manacapuru, a ação ocorrerá no dia 29. Em todos os locais, serão oferecidas conciliações extrajudiciais, exames de DNA gratuitos e orientações jurídicas.
Com a inclusão da etapa virtual, a DPE-AM amplia o alcance da campanha, permitindo que assistidos de regiões remotas ou em situação de impossibilidade de deslocamento também tenham acesso aos serviços. “Queremos que ninguém fique de fora, independentemente da distância ou das condições logísticas”, reforçou Sarah Lobo. A ação representa mais um passo no compromisso da instituição com a garantia de direitos e a promoção da Justiça no Amazonas.

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